6 de jun. de 2017

Batata-Quente e Roda de Conversa: Esta terra tinha dono [6º] [7º] [8º] [9º]

Olá pessoal!

Para trabalharmos alguns excertos do livro "Esta Terra Tinha Dono", de Benedito Prezia e Eduardo Hoornaert, optei por realizar uma Roda de Conversa associada à tradicional brincadeira da Batata-Quente. Aqueles que eram "queimados" sorteavam e liam um trecho do livro para que o grupo pudesse discutir.

Abaixo vocês encontram os trechos presentes na atividade:

“Todas as descobertas e invenções do homem, ele as transmitiu para seus descendentes. Faziam parte de sua cultura”. (Esta terra tinha dono,  p. 19).

“Muito cedo os homens compreenderam que o melhor lugar para se estabelecer era à beira dos rios”. (Esta terra tinha dono,  p. 22).

“O homem em nosso continente é muito antigo e não foram os espanhois e portugueses que ‘descobriram’ nossa terra” (Esta terra tinha dono,  p. 24).

“A maior parte dos grupos antigos de nosso continente era nômade ou seminômade, o que facilitou a ocupação de todo o território” (Esta terra tinha dono,  p. 24).

“Até hoje os povos que usam o batoque acreditam que essas rodelas de madeira os ajudam a ouvir e falar melhor” (Esta terra tinha dono,  p. 34).

“Na cultura Kaiapó os opostos não se excluem, mas se completam” (Esta terra tinha dono,  p. 39).

“A influência dos povos de língua do tronco macro-jê em nossa sociedade foi tão importante quanto a dos povos Tupi, porém menos comentada” (Esta terra tinha dono,  p. 40).

“[Os povos Tupi] Davam muita importância aos sonhos e profecias e em época de conflitos nunca partiam para um combate sem antes ouvir o pajé”. (Esta terra tinha dono,  p. 46).

“Os povos Tupi exerceram grande influência na cultura brasileira, tanto nos costumes de nosso povo como nas palavras e nomes geográficos”. (Esta terra tinha dono,  p. 47).

“Entre os povos indígenas, após o ritual de iniciação os adolescentes já não são mais crianças e sim adultos e começam a ser tratados como tal”. (Esta terra tinha dono,  p. 54).

“O índio não trabalha pouco, mas trabalha diferentemente, pois não faz as coisas para um comércio que exige grande produção”. (Esta terra tinha dono,  p. 57).


Fonte: PREZIA, Benedito; HOORNAERT, Eduardo. Esta terra tinha dono. São Paulo: FTD, 2000. 6ª ed.


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