6 de out. de 2020

Guerra Fria [9º]


Esta semana trataremos da Guerra Fria, período extremamente importante do século XX, muito extenso e com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Por essa razão, temos uma atividade um pouco mais longa esta semana, e ainda assim, não conseguiremos abarcar todos os temas.

Esta atividade deve ser realizada via Google Sala de Aula. Caso ainda não tenha acessado, clique aqui.

Nesta atividade vocês devem:

  1. Ler os textos, analisar as imagens e assistir aos vídeos do Formulário Google sobre a Guerra Fria.
  2. Responder às perguntas do Formulário Google sobre a Guerra Fria.
  3. De volta ao Google Sala de Aula, marcar a atividade como concluída.

Orientações:

  • Esta atividade não possui rubrica, a pontuação aparece ao lado de cada questão no formulário.
  • O conteúdo do Formulário está dividido em subtemas: Introdução, Corrida Espacial, Corrida Armamentista, etc. Ao final de cada subtema haverá uma questão para verificar a compreensão.
  • Os "Materiais Bônus" são opcionais, são formas diferentes de tratar do mesmo tema ou trazem informações mais detalhadas, você não é obrigado(a) a consultá-los, mas eles podem ajudar.
  • A data de entrega da atividade serve apenas para ajudá-los em sua organização. Esta atividade será aceita normalmente, mesmo após o prazo ter expirado, sem qualquer redução da nota.
  • Em caso de dúvidas, envie comentário particular ou participe do Google Meet (todas as terças, das 10h às 11h - Link Permanente no Mural de História).

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Materiais de Apoio:


O que foi a Guerra Fria?

"Período que vai do final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, até o desmembramento da União Soviética em 1991.

A Guerra Fria consistiu em um conflito permanente entre os Estados Unidos e a União Soviética, no qual os dois lados evitavam o confronto militar direto, temendo que o uso de armas nucleares levasse à destruição de ambos. Mas, para defender seus interesses, ajudar seus aliados a expandir suas áreas de influência, os dois lados usaram a propaganda, a espionagem e a violência.

[...]

Ao final da [segunda] guerra, vencido o nazismo, as rivalidades entre comunistas e liberais voltaram a se acirrar.

Nesse contexto, em 1946, o líder britânico Winston Churchill fez um discurso que é considerado o marco inicial da Guerra Fria. Eis o que ele disse:

"[...] Ninguém sabe o que a Rússia Soviética e sua organização internacional comunista pretendem fazer no futuro imediato, ou quais são os limites, se é que os há, para as suas tendências expansionistas [...]. De Stettin, no [Mar] Báltico, a Triste, no [Mar] Adriático, uma cortina de ferro desceu sobre o continente. [...]" (BARROS, 1985).

Depois, Churchill afirmou que era preciso impedir, a qualquer custo, o avanço do comunismo para além daquela "cortina de ferro" que dividia e opunha a Europa. A seguir, convocou o Ocidente para uma grande cruzada contra o comunismo. No ano seguinte, o presidente estadunidense Harry Truman também se posicionou contra a União Soviética, dizendo que os Estados Unidos dariam apoio total (leia-se militar e financeiro) à luta dos povos contra o comunismo em todo o mundo. [...] O mundo se dividia, assim, em dois blocos rivais (o capitalista, liderado pelos Estados Unidos, e o comunista, comandado pela União Soviética)."

[...]

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. pp. 135; 140.

BARROS, Edgard luiz de. A Guerra Fria: a aliança entre russos e americanos: as origens da Guerra Fria. A destruição atômica irreversível? São Paulo: Atual, 1985. p. 19.


Mapa da Guerra Fria em 1959.




Corrida Armamentista

"A competição entre os Estados Unidos e a União Soviética por áreas de influência, o medo que uma potência tinha da outra e os interesses da superlucrativa indústria bélica desencadearam uma corrida armamentista.

Em 1949, as duas superpotências possuíam a bomba atômica e investiam quantias cada vez maiores em armas nucleares. No final de 1952, os Estados Unidos descobriram o modo de fazer a bomba de hidrogênio e a testaram no Oceano Pacífico. Ela tinha uma potência 4 mil vezes superior à da bomba atômica. Três anos depois, era a vez de a URSS testar sua bomba."

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. p. 145.


Tirinhas da Mafalda / Quino.





China

"Em 1937, enquanto chineses guerreavam entre si, o Japão lançou um violento ataque à China, saqueando e humilhando a população chinesa.

Os nacionalistas [liderados por Chiang Kai-Shek] e os comunistas [liderados por Mao Tsé-Tung] chineses decidiram, então, interromper a guerra entre eles e lutar contra os japoneses. Porém, após serem derrotados na Segunda Guerra, em 1945, os japoneses deixaram a China; foi o que bastou para que os comunistas e nacionalistas chineses  recomeçassem a guerra entre eles. Liderando a resistência aos japoneses, Mao conquistou um grande número de seguidores. E, por meio da guerra de guerrilha, o Exército Popular de Libertação (EPL), liderado por Mao, venceu os nacionalistas. Em 1949, Mao proclamou em Pequim a República Popular da China, governo marxista presidido por ele.

[...]

Nos primeiros anos de seu governo, Mao Tsé-Tung adotou um conjunto de medidas: a) estatizou as grandes empresas; b) expropriou e distribuiu terras aos camponeses; c) implementou a industrialização com ajuda da União Soviética; d) concedeu às mulheres direitos iguais aos homens.

[...]

Nos anos 1960 ocorreram tensões entre a China e a URSS, com acusações e críticas de lado a lado. [...] Eles divergiam quanto ao modelo de socialismo a ser seguido. A União Soviética vivia sob o marxismo-leninismo e era esse modelo que ela queria impor ao mundo socialista. Já Mao Tsé-Tung defendia, à época, a teoria da "revolução contínua". Para ele, as revoluções socialistas ao redor do mundo não se fariam mais segundo o modelo soviético, mas com a força do campesinato e sob a liderança chinesa.

[..]

Esse aumento crescente de tensões entre China e URSS levou ao rompimento de relações entre os dois países em 1962."

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. p. 155-157.



Cuba

"Na primeira metade do século XX, Cuba foi governada, [...], por ditadores corruptos e violentos. Um deles, Fulgêncio Batista, desfechou um golpe de Estado, em 1952, e governou com o apoio de empresários que exploravam cassinos e a prostituição [...].

Opondo-se a essa situação, em 1953, o advogado cubano Fidel Castro e um grupo de 120 pessoas tentaram [...] obter armas para derrubar a ditadura de Batista. Fidel foi preso e, dois anos depois, conseguiu fugir para o México.

Tempos depois, Fidel desembarcou em Cuba com 82 homens, mas, em um confronto com as forças de Batista, perdeu a maioria deles, os doze sobreviventes se embrenharam nas matas da Sierra Maestra, a cadeia de montanhas mais alta de Cuba, e de lá iniciaram uma guerra de guerrilhas contra o governo. Nesse grupo estava o médico argentino Ernesto Che Guevara, que empolgou muitos jovens de sua geração em toda a América Latina.

Durante os dois anos de luta contra a ditadura de Batista, [...] os rebeldes [...] foram ganhando apoio popular e, em 1º de Janeiro e 1959, Fidel Castro, Che Guevara e Camilo Cienfuegos entraram em Havana, a capital do país, e conquistaram o poder. Fidel afirmou que a revolução era nacionalista e tomou medidas populares, tais como:

  • reforma agrária, com distribuição de terras para 200 mil famílias.
  • redução de 50% nos aluguéis residenciais, no preço dos medicamentos e nas tarifas telefônicas e de eletricidade.
  • nacionalização dos bancos e empresas consideradas estratégicas (refinarias de petróleo, companhias de eletricidade, etc.), muitas delas estadunidenses.

Essas medidas [...] desagradaram aos Estados Unidos. Em 1961, a tensão entre os dois países aumentou porque Castro declarou que sua revolução era socialista. Os EUA [...] romperam relações diplomáticas com Cuba e promoveram uma invasão à ilha [...] mas as milícias populares cubanas resistiram e venceram seus invasores. Em 1962, os Estados Unidos radicalizaram sua posição e impuseram um bloqueio econômico a Cuba."

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. p. 158-159.

Vídeo do Canal DGP Mundo sobre a Crise do Mísseis



Embargo dos EUA a Cuba.




A Guerra da Coreia

"[...]

Depois de ser libertada da ocupação japonesa, em 1945,a Coreia foi ocupada por estadunidense e soviéticos. Três anos depois, foi dividida em dois países separados por uma zona desmilitarizada: a República Popular Democrática da Coreia do Norte (socialista) e a República Popular Democrática da Coreia do Sul (capitalista).

[...]

em 1950, a Coreia do Norte atacou a Coreia do Sul de surpresa. Os Estados Unidos, com o apoio da ONU, reagiram enviando tropas em apoio aos sul-coreanos. Os chineses [...]  entraram em defesa da Coreia do Norte. O conflito estendeu-se até 1953, quando foi assinado o Armistício de Panmunjon, que confirmou a divisão em dois países [...]. O elevado número de mortos no conflito (cerca de 2 milhões e 142 mil) provocou enorme indignação.

[...]"

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. p. 143.



Guerra do Vietnã (ou Guerra de Resistência contra a América)

"As bases para o conflito foram lançadas uma década antes, quando o território que atualmente é o Vietnã declarou independência da França, que não reconheceu o ato. Iniciou-se a uma guerra pelo fim do domínio colonial francês na região, na chamada Primeira Guerra da Indochina. Em 1954, a Conferência de Genebra determinou a independência do Vietnã com dois governos distintos: o do norte, governado por Ho Chi Minh, [...] e aliado à União Soviética; e o do sul, governado por Ngo Diem Dinh, [...] e aliado aos Estados Unidos. Ambas as partes deveriam se unificar a partir do resultado das eleições a serem realizadas em 1956 [para decidir que lado deveria ter o controle de todo o país].

Quando as eleições se aproximaram e tudo indicava que o governo comunista venceria, o primeiro-ministro da região sul, Ngo Dinh Diem, deu um golpe militar no país, apoiado pelos EUA. Começou uma guerra civil, [...]. Os norte-americanos participavam fornecendo armas e conselheiros militares aos exércitos sul-vietnamitas, e os soviéticos faziam o mesmo com os norte-vietnamitas. Além do exército regular, o Vietnã no Norte também tinha grupos de guerrilheiros chamados vietcongues.

No dia 2 de novembro de 1963, o primeiro-ministro Diem [Vietnã do Sul] foi assassinado. Coincidentemente, 20 dias depois, o então presidente norte-americano John F. Kennedy também foi morto. O presidente que assumiu o mandato, Lyndon Johnson, decidiu intervir diretamente no conflito no Vietnã, enviando soldados e armamentos. [...].

Em 1965, a chegada dos soldados dos EUA à região marcou o início do período sangrento e amplamente noticiado da guerra que, aliás, é chamada de Guerra de Resistência contra a América pelos vietnamitas. Mas, embora tivesse armas poderosas e tecnologia avançada, o exército norte-americano não conseguia vencer a estratégia e experiência do exército norte-vietnamita. [...]

A divulgação de que os norte-americanos usavam armas químicas, napalm e estavam provocando massacres indiscriminados de civis, provocou protestos nos EUA e no mundo pelo encerramento do conflito.

Em 1973, o governo dos EUA aceitou o Acordo de Paris, que previa o cessar-fogo. Dois anos depois, houve a retirada total das tropas norte-americanas em em 1976, o Vietnã foi reunificado sob o regime comunista. O conflito deixou cerca de 2,5 milhões de mortos, entre civis e militares de todos os países envolvidos, além de pessoas mutiladas."

MARASCIULO, Marília. Guerra do Vietnã: 5 fatos para entender o conflito. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/08/guerra-do-vietna-5-fatos-para-entender-o-conflito.html> Acesso em 02 out 2020 às 10h27. Postado originalmente em 06 ago 2019.


A questão Palestina

"Em 29/11/1947, sem consulta à população nativa, a ONU decidiu aprovar o Plano de Partilha da Palestina, que sugere a criação de dois Estados, um “Judeu” e um “Árabe”. Mas a ONU tinha soberania sobre a Palestina? Membros de um movimento colonialista (o sionismo) se beneficiaram dessa decisão, e criaram o Estado de Israel, em maio de 1948. A partir daí começa o drama dos refugiados palestinos, expulsos de suas terras, vilas, casas, cidades pela força da violência do autointitulado 'Exército de Defesa de Israel'”.

BUZETTO, Marcelo. Ementa para o livro "Questão Palestina, A – guerra, política e relações internacionais". Disponível em: <https://www.expressaopopular.com.br/loja/produto/questao-palestina-a-guerra-politica-e-relacoes-internacionais/> Acesso em 02 out. 2020 às 11h25.


Episódio 1 da minissérie da BBC News Brasil sobre o conflito Israel x Palestina.



Mapa de concessões palestinas para um acordo de paz com Israel. As áreas em verde representam a Palestina e as áreas em branco Israel. O acordo de 1967 foi aceito pela autoridade palestina, mas vem sendo sistematicamente desrespeitado por Israel. Em 2020, o presidente dos EUA, Donald Trump, veio com uma proposta de um novo acordo (último quadro).


Corrida Espacial

"[...]

Cientes de que não era possível resolver a disputa [da Guerra Fria] militarmente devido ao enorme poder de destruição de suas armas nucleares, os Estados Unidos e a União Soviética passaram a investir na exploração do espaço, a fim de demonstrar ao mundo qual deles tinha o melhor sistema socioeconômico.

a corrida espacial, a URSS saiu na frente [..]. Os estadunidenses redobraram, então, seus investimento em pesquisa espacial [confira na linha do tempo abaixo]."

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. p. 145


Linha do Tempo da Corrida Espcial




Conferência de Potsdam e o Muro de Berlim

"[...] Com a a Alemanha já vencida [em 1945, ao final da II Guerra Mundial], os Aliados reuniram-se [...] em Berlim, na Conferência de Potsdam. Nessa Conferência, os Aliados tomaram uma série de medidas: a) a destruição de todos os símbolos, livros e monumentos nazistas [...]; b) a criação do Tribunal de Nuremberg, para julgar os criminosos de guerra; c) a divisão da Alemanha em quatro setores de ocupação: estadunidense, soviético, inglês e francês.

[...]

Em 1949 nasciam: a República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental), de regime capitalista, [...] (área de influência dos Estados Unidos), e a República Democrática  Alemã (Alemanha Oriental), de regime socialista, [...] (área de influência da União Soviética). A cidade de Berlim também foi dividida em duas: Berlim Oriental (comunista) e Berlim Ocidental (capitalista).

Na década seguinte, graças à ajuda econômica estadunidense, a Alemanha ocidental recuperou-se rapidamente e passou por um processo de intenso crescimento econômico [...]. Atraídos pelo desenvolvimento econômico da Berlim Ocidental e inconformados com a opressão a que eram submetidos, muitos habitantes da Berlim Oriental começaram a fugir para o outro lado da cidade [...]. Para impedir a fuga dos alemães orientais, em 1961, o governo da Alemanha comunista construiu o Muro de Berlim, separando fisicamente as duas partes da cidade e fechando as fronteiras entre os dois países."

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed. pp. 136; 142.


Vídeo da BBC News Brasil sobre a Queda do Muro de Berlim.





Material Bônus:


História da URSS em Cartazes de Propaganda / Tilda.

5 personagens de HQ que surgiram na Guerra Fria / Aventuras na História.

Dez filmes de Hollywood que já alfinetaram a Rússia e a URSS / Gente - iG.



Esporte e Política no período do embate ideológico / reVisão


COREIA DO NORTE vs. ESTADOS UNIDOS: Imperialismo, Barganha e Paixão / reVisão


China: da revolução comunista ao protagonismo mundial / Nexo Jornal


Assentamentos israelenses na Palestina / BBC News Brasil


Jerusalém, chave do conflito / BBC News Brasil


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FONTES

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade & Cidadania: 9º Ano: Ensino Fundamental. São Paulo: FTD, 2018, 4ª ed.

MARASCIULO, Marília. Guerra do Vietnã: 5 fatos para entender o conflito. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/08/guerra-do-vietna-5-fatos-para-entender-o-conflito.html> Acesso em 02 out 2020 às 10h27. Postado originalmente em 06 ago 2019.

QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 2ª ed.

TERMERO, Maíra. Como funciona o embargo a Cuba? Disponível em: <https://super.abril.com.br/historia/como-funciona-o-embargo-a-cuba/> Acesso em 02 out. 2020 às 13h02.


CRÉDITOS DE IMAGEM

Mapa da Guerra Fria, 1959. CC BY-SA 3.0, Wikimedia Commons.

Linha do Tempo da Corrida Espacial. Disponível em: Henrique Barboza. Acesso em 02 out. 2020 às 11h37.

Retrato de Mao Tsé-Tung: By Zhang Zhenshi - Intermediate source: Flickr, CC BY 2.0, Wikimedia Commons.

Foto de Fidel Castro e Che Guevara:  Foto por Antonio Marín SegoviaSeguir no Flickr. CC BY 2.0.

Imagem da Guerra das Coreias: Morning Calm Weekly, Flickr, CC BY-ND-NC 2.0.

Imagem da Guerra do Vietnã: Manhhai, Flickr, CC BY-NC 2.0.

O histórico de concessões palestinas. Disponível em: NAD-PLO. Acesso em 02 out. 2020 às 13h37.


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